terça-feira, 28 de maio de 2013

MIA COUTO - PRÉMIO CAMÕES

Pelo Prémio Camões 2013

Secretário de Estado da Cultura felicita Mia Couto


Mia Couto venceu Prémio Camões 2013
Mia Couto venceu Prémio Camões 2013 Fotografia © Jorge Amaral - Global Imagens
O secretário de Estado da Cultura, Jorge Barreto Xavier, felicitou na segunda-feira à noite o escritor moçambicano Mia Couto pela atribuição do Prémio Camões, informou o gabinete do governante numa nota de imprensa.

terça-feira, 23 de outubro de 2012

Os 150 anos de 'Amor de Perdição'

Obra de Camilo Castelo Branco está a ser revisitada no Centro Cultural de Belém até sábado. 

 

Aprender (ou recordar) uma das obras mais marcantes da literatura portuguesa: Amor de Perdição. Publicada há 150 anos, o romance de Camilo Castelo Branco serve de mote para a iniciativa que ontem começou no Centro Cultural de Belém.

quinta-feira, 11 de outubro de 2012

O Nosso Desejo de Liberdade não é Sincero

Agostinho da Silva foi um grande pensador e filósofo português do século XX. Exibindo uma sabedoria clara e simples durante toda a sua vida, promoveu o diálogo aberto com todas as pessoas. Grande defensor da liberdade e da criatividade individual, desmantelou todos os dogmas e certezas das sociedades, num processo de dar continuidade efectiva à construção de uma sociedade livre em que cada homem se possa realizar sem opressões. Construiu um sonho que continua a ser possível por via da não negação convincente de todos os que se lhe tentaram opor. 
 
O Nosso Desejo de Liberdade não é Sincero  
Se estamos todos muito bem preparados para reclamar liberdade para nós próprios, menos dispostos parecemos para reclamar sobretudo liberdade para os outros ou para lhes conceder a liberdade que está em nosso próprio poder; se conhecêssemos melhor a máquina do mundo, talvez descobríssemos que muita tirania se estabelece fora de nós como se fosse a projecção ou como sendo realmente a projecção das linhas autocráticas que temos dentro de nós; primeiro oprimimos, depois nos oprimem; no fundo, quase sempre nos queixamos dos ditadores que nós mesmos somos para os outros; e até para nós próprios, reprimindo todas as tendências que nos parecem pouco sociais ou pouco lucrativas, desejando muito que os outros nos vejam como simples, bem ajustados, facilmente etiquetáveis.

Agostinho da Silva, in 'Sobre as Escolhas'

domingo, 29 de julho de 2012

Pensadores - Epicuro, Lucrécio, Cícero, Sêneca e Marco Aurélio




Epicuro, Lucrécio, Cícero, Sêneca e Marco Aurélio - São Paulo : Abril Cultural, 1985

Seleção de textos: José Américo Motta Pessanha
Traduções e notas: Agostinho da Silva, Amador Cisneiros, Giulio Davide Leoni, Jaime Bruna
Estudos introdutórios: E. Joyau (Epicuro) e C. Ribbeck (Lucrécio)

EPICURO
ANTOLOGIA DE TEXTOS (séc. IV/lII a.C.)
Pensamentos sobre a filosofia, a teoria do conhecimento,
a física e a ética — de um dos maiores filósofos da Antigüidade.
 
LUCRÉCIO
DA NATUREZA (séc. I a.C.)
Num longo e belo poema, Lucrécio expõe a doutrina atomista criada
por Leucipo e Demócrito e desenvolvida por Epicuro.

CÍCERO
DA REPÚBLICA (51 a.C.)
As várias formas de governo são analisadas à luz do ecletismo filosófico de um dos maiores nomes do
pensamento romano.

SÊNECA
CONSOLAÇÃO A MINHA MÃE HÉLVIA (séc. I a.C.)
DA TRANQÜILIDADE DA ALMA (séc. I a.C.)
MEDÉIA (séc. l a.C.)
APOCOLOQUINTOSE DO DIVINO CLAUDIO (séc. I a.C.)
Obras representativas de um dos mais importantes filósofos estóicos da Roma Antiga, no tempo de Calígula e Nero.

MARCO AURÉLIO
MEDITAÇÕES (séc. II)
Reflexões morais do imperador-filósofo, adepto do estoicismo.


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Pensadores - Aristóteles




Aristóteles v.1 São Paulo : Nova Cultural, 1987.

TÓPICOS
Integra o Organon — conjunto de escritos lógicos de Aristóteles — e examina os argumentos que partem de opiniões geralmente aceitas. Aqui se situa a dialética, na concepção aristotélica: a arte da discussão e do confronto de opiniões, importante exercício intelectual que prepara o espirito para a construção da ciência. As atuais pesquisas sobre a logica do pensamento não formalizável, desenvolvidas Filosofia. Filosofia.

DOS ARGUMENTOS SOFÍSTICOS
Complementam os Tópicos e investigam os principais tipos de argumentos capciosos: aqueles que são um simulacro da verdade, aparentando ser genuínos quando de fato são falsos.

Seleção de textos: Jose Americo Motta Pessanha Traducoes de: Leonel Vallandro e Gerd Bornheim Introducao: Jose Americo Motta Pessanha


Aristóteles v.2 São Paulo : Nova Cultural, 1991

ÉTICA A NICÔMACO
Aristóteles investiga neste texto o tipo de saber que se pode obter acerca da conduta, levando em conta a situação concreta do Homem, um ser que está acima do animal, mas que não pode ser definido apenas pela pura razão. Neste meio-termo se colocará o que se deve entender especificamente por virtude.

POÉTICA
Aristóteles aborda neste texto os gêneros literários vigentes no seu tempo: poesia, tragédia, comédia, história, observando as características de cada um. Ainda hoje, dificilmente se encontrará um estudo sobre literatura que não se refira a esta obra aristotélica, em que pela primeira vez esses temas foram sistematizados.

Ética a Nicômaco : tradução de Leonel Vallandro e Gerd Bornheim da versão inglesa de W.D. Ross ; Poética : tradução, comentários e índices analítico e onomástico de Eudoro de Souza.

Pensadores - Nietzsche





INDICE

NIETZSCHE - Vida e Obra . . . 5

Cronologia . . . 1 7

Bibliografia . . . 19


O Nascimento da Tragédia no Espírito da Música (1871) . . . 27
Sobre "O nascimento da tragédia" (1888) . . .45
A arte no "Nascimento da tragédia" . . . 49
Sobre Verdade e Mentira no Sentido Extra-moral (1873) . . . 51
Humano, Demasiado Humano - Um livro para espíritos livres Primeiro volume (1878) . . . 61
Humano, Demasiado Humano - Um livro para espíritos livres -
Segundo volume (1879-1880) . . .101
Aurora - Pensamentos Sobre os I;'reconceitos Morais (1880-1881) . . . 135
A Gaia Ciência (1881-1882) . . . 171
Assim Falou Zaratustra - Um livro para todos e ninguém . . . 209
A Filosofia na Época Trágica dos Gregos (1873) . . .251
Considerações Extemporâneas . . . 267
CAP. I - David Strauss, o Devoto e o Escritor . . . 265
II Da utilidade e desvantagem da história para a vida (1 874) . . . 273
III - Schopenhauer como educador (1874) . . . 289
Para Além de Bem e Mal - Prelúdio de uma filosofia do porvir . . 301
CAP. I - Dos preconceitos dos filósofos . . 303
11 O espírito livre . . . 309
III - A religiosidade . . . 315
IV - Sentenças e interlúdios . . . 317
V - Para a história natural da moral . . . 319
VI - Nós eruditos . . . 325
VII - Nossas virtudes . . . 327
VIII .- Povos e pátrias . . . 331
IX - O que é nobre . . . 333
Para a Genealogia da Moral - Um escrito polêmico em adendo e "Para Além de Bem e Mal'' como complemento e ilustração . . . 337
Prefácio . . . 339
Primeira dissertação - "Bom e mau", "Bom e ruim" . . . 341
Segunda dissertação - "Culpa", "má consciência" & companhia . . . 347
Terceira dissertação - O que significam ideais ascéticos . . . 357
Crepúsculo dos Ídolos - Ou Como Filosofar com o Martelo (1888) . . . 371
O problemde Sócrates . . . 373
A "Razão" na Filosofia . . . 375
Como o "verdadeiro mundo" acabou por se tornar em fábula . . . 376
História de um erro . . . 376
Moral como contranatureza . . . 377
Os quatro grandes erros . . . 379
Os "melhoradores" da humanidade . . . 380
Incursões de um extemporâneo . . . 380
O que devo aos antigos . . . 387
O Anticristo - Ensaio de Uma Crítica do Cristianismo (1888) . . . 391
Ecce Homo - Como Tornar-se O Que Se é (1888) . . . 409
Prólogo . . . 411
Por que sou tão sábio . . . 417
Por que sou tão esperto . . . 419
Por que escrevo livros tão bons . . . 423
Sobre o Niilismo e o Eterno Retorno (1881-1888) . . . 425
Nota Introdutória . . . 427
O niilismo . . . 429
O eterno retorno (1881) . . . 439
O eterno retorno (1884 - 1888) . . . 443
Quatro Poemas (1871 - 1888) . . . 451
Vocação de poeta . . . 453
No sul . . . 455
O andarilho . . . 457
Da pobreza do riquíssimo . . . 459