| Manuel António Pina | ||||||
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| Nascimento | 18 de Novembro de 1943 (67 anos) Sabugal, Portugal | |||||
| Nacionalidade | ||||||
| Ocupação | escritor, jornalista, cronista | |||||
| Prêmios | Prémio Camões (2011) |
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Uma porta Aberta para a nossa Língua, para o conhecimento da palavra e das suas gentes.O saber escrever Português.
domingo, 22 de maio de 2011
Manuel António Pina - Prémio Camões
terça-feira, 12 de abril de 2011
" ECONOMIA, MORAL e POLÍTICA "
VITOR BENTO E O SEU ÚLTIMO LIVRO" ECONOMIA, MORAL e POLÍTICA "
Sabem quem é Vitor Bento?
É um notável economista, um analista de referência, conselheiro de Estado, que acaba de lançar um livro de leitura obrigatória : "Economia, Moral e Política ". Vejam se consultam esta obra pois ela irá esclarecer muitas das vossas dúvidas." A situação actual é o resultado dos erros da condução política...." Claro que já o tinham intuido mas ele esclarece e fá-lo com notável propriedade. Ontem à noite , na entrevista em questão, assistimos , uma vez mais, a todo um exercício de camuflagem ideológica que seria ridículo se não fosse patético.
O que leva este homem, " o rosto da crise em Portugal",- no dizer do próprio- , a persistir nesta total identificação / colagem a fundamentalismos que não podem ser seus ?
Fidelidade?
Submissão?
Cegueira?
Mais moral na vida política
Desejam, mais que nunca os portugueses.
Os políticos são os principais culpados da actual crise económica internacional, porque criaram as condições para ela se instalar, disse o economista e conselheiro de Estado, Vítor Bento.
Vítor Bento, que apresentou recentemente o livro Economia, Moral e Política, publicado pela Fundação Francisco Soares dos Santos, considerou que a crise resultou de uma crise de valores morais, mas que os políticos falharam nas escolhas que fizeram.
«No livro olhei para a crise internacional não apenas do ponto de vista estritamente económico, mas enquanto erupção de uma crise de valores da própria sociedade. Há muitos factores que contribuíram, mas uma delas é o facto de hoje vivermos numa sociedade onde os valores materiais são a referência comum, que quase toda a gente subscreve», afirmou.
O economista considerou que, no caminho para a crise, uns têm mais culpa do que outros, destacando neste grupo de maiores culpados, «políticos, banqueiros, gestores em geral», que tinham a obrigação de saber que as escolhas que faziam «conduziriam a caminhos errados», além da obrigação de limitar a possibilidade dos indivíduos fazerem escolhas erradas.
«Em última instância, os políticos têm sempre mais culpas, porque têm a obrigação de gerir a casa comum, de ver melhor e mais longe. Enquanto os outros elementos privilegiam muito o seu interesse particular, os políticos têm a obrigação de colocar o interesse comum acima de tudo, de estar no cimo da torre com uma visão mais ampla e, portanto, limitar os estragos que os interesses particulares possam fazer», afirmou.
«Os políticos que aparentemente surgem agora como quem tem que limpar a sujidade feita pela crise, foram grandes responsáveis na criação das condições que levaram à crise», acrescentou.
Garantindo que não quer assumir o papel de juiz, «e muito menos de juiz da moralidade», Vítor Bento disse que o livro que agora lançou é uma forma de arrumar as ideias, de «estruturar o conhecimento» num processo próprio de aprendizagem e reflexão sobre a relação entre a economia, a moral e a política.
«A forma de regulação económica, em si, é amoral, mas o comportamento das pessoas não é. Essa é que é grande questão. Não é a economia que se deteriora, é o quadro de moralidade de uma sociedade que aceita comportamentos que, de outra forma, não teria aceite», defendeu.
«Quando a economia leva por maus caminhos, é porque o quadro de moralidade permite esses caminhos», disse ainda o professor de economia.
Lusa/SOL
domingo, 16 de janeiro de 2011
“A Lição de Salazar”
Todos: Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ámen.
Professor: Jesus, divino Mestre,
Todos: iluminai a minha inteligência, dirigi a minha vontade, purificai o meu coração, para que eu seja sempre cristão fiel a Deus e cidadão útil à Pátria.
Todos: Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória.
DEPOIS DA AULA:
Professor: Graças Vos damos, Senhor,
Todos: por todos os benefícios que nos tendes concedido. Ámen.
Professor: Abençoai, Senhor,
Todos: a Vossa Igreja, a nossa Pátria, os nossos Governantes, as nossas famílias e todas as escolas de Portugal. Pai-Nosso, Ave-Maria, Glória. Em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo. Ámen.»
domingo, 14 de novembro de 2010
O OUTRO PÉ DA SEREIA
O OUTRO PÉ DA SEREIA - MIA COUTO
“A viagem não começa quando se percorrem as distâncias, mas quando se atravessam as nossas fronteiras interiores.”Mia Couto
O romance inicia com o enterro de uma pequena estrela num descampado chamado Antigamente. O pastor Madzero Zero e sua mulher Mwadia procuram o advinho Lázaro Vivo e pedem permissão para entrar na floresta e enterrar a estrela. Na beira do rio, encontram uma estátua de Nossa Senhora sem um pé, um esqueleto e um baú com documentos antigos. O marco incial para o início de duas ousadas travessias, traçadas pelo sincretismo e pelos contextos históricos, políticos e sociais que marcaram Moçambique desde a origem do colonialismo português até 2002, dez anos após o término da guerra civil que sangrou a nação por dezesseis anos.
A imagem de Nossa Senhora com o pé cortado se divide em dois tempos: Na histórica incursão do jesuíta português D. Gonçalo da Silveira que trouxe a imagem benzida pelo papa para a sua introdução na corte do Império de Monomotapa em 1560 às margens do rio Zambeze, e, em 2002, no retorno de Mwadia a Vila Longe com a missão de introduzir a imagem num lugar sagrado. Mwadia irá se deparar com suas reminiscências e medos, distante das consentidas impossibilidades de Antigamente, e será o elo entre as duas travessias que se unem com a imagem de Nossa Senhora e a necessidade de desvendar as sombras.
“Receio de que os seus já não lhe pertencessem, e que a velha casa estivesse morta.”
quinta-feira, 11 de novembro de 2010
Viagem entre a vida e a morte pelas entranhas de Lisboa
Enric Vives-Rubio
Rui Cardoso Martins
Há uma catástrofe em Lisboa. Um cego e uma criança caem num esgoto. Caminham por baixo da terra, a contar histórias um ao outro. Rui Cardoso Martins acredita que há palavras que salvam. Mas nós nunca mais vamos andar por Lisboa da mesma forma depois de ler "Deixem Passar o Homem Invisível".
Salman Rushdie vai publicar as suas memórias.
O romancista inglês de origem indiana Salman Rushdie vai publicar as suas memórias em 2012, com a chancela da Random House, que pagará uma pequena fortuna pelo privilégio. Os termos do contrato não foram divulgados, mas o jornal inglês "The Independent" garante que o valor em causa é da ordem dos milhões de euros. O anúncio foi divulgado na semana passada pela Random House, que tenciona publicar a obra simultaneamente em inglês, alemão e espanhol, distribuindo-a em diversos países, quer em versão impressa, quer nas modalidades de e-book e audiolivro.
Vencedor do Booker Prize e considerado um dos mais importantes ficcionistas da actualidade, Rushdie tornou-se mundialmente famoso no início de 1989, quando o então governante iraniano Ruhollah Khomeini lançou uma "fatwa" contra o escritor, apelando aos crentes muçulmanos para que o assassinassem. Rushdie acabara de publicar "Os Versículos Satânicos",
livro que Khomeini considerou blasfemo e ofensivo para o Islão. Esta ameaça obrigou o romancista a viver anos numa quase clandestinidade, experiência de que nunca falou muito, mas que agora se dispõe a relatar no seu anunciado livro de memórias, no qual abordará também os seus sucessivos casamentos. A modelo, chefe de cozinha e apresentadora televisiva Padma Lakshmi, de quem se divorciou em 2007, era já a sua quarta mulher, depois da agente literária Clarissa Luard, que morreu com um cancro em 1999, de Elizabeth West, ex-assistente editorial da Bloomsbury, e da escritora Marianne Wiggins.(...+AQUI...)
Vencedor do Booker Prize e considerado um dos mais importantes ficcionistas da actualidade, Rushdie tornou-se mundialmente famoso no início de 1989, quando o então governante iraniano Ruhollah Khomeini lançou uma "fatwa" contra o escritor, apelando aos crentes muçulmanos para que o assassinassem. Rushdie acabara de publicar "Os Versículos Satânicos",
livro que Khomeini considerou blasfemo e ofensivo para o Islão. Esta ameaça obrigou o romancista a viver anos numa quase clandestinidade, experiência de que nunca falou muito, mas que agora se dispõe a relatar no seu anunciado livro de memórias, no qual abordará também os seus sucessivos casamentos. A modelo, chefe de cozinha e apresentadora televisiva Padma Lakshmi, de quem se divorciou em 2007, era já a sua quarta mulher, depois da agente literária Clarissa Luard, que morreu com um cancro em 1999, de Elizabeth West, ex-assistente editorial da Bloomsbury, e da escritora Marianne Wiggins.(...+AQUI...)
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